segunda-feira, 23 de maio de 2011

Alunos fazem movimentação contra Greve de Servidores


Exatamente no dia 23 de março de 2011, uma manifestação feita por alunos do C.E.F. 01 N.B. aconteceu, por motivos de revolta devido a sujeira e mal estado do hambiente escolar causada pela Greve de Servidores. Salas de aula, pátio, dentre outros, são alguns exemplos de ambientes nos quais precisam da ajuda dos Servidores.
Há algum tempo, os Servidores do C.E.F. 01 N.B. fizeram greve para que o salário designado à eles, fosse devidamente pago.

“Os servidores públicos estão mobilizados contra os ataques anunciados pelo governo Dilma. Demonstraram sua força no lançamento da Campanha Salarial 2011 em ato unitário que reuniu cerca de 5 mil servidores em frente ao Congresso Nacional, no dia 16 fevereiro.
Após essa vitoriosa manifestação, em reunião ampliada, realizada no dia 18 de fevereiro, que contou com a presença de 25 entidades nacionais, foi aprovado o indicativo de greve para a primeira quinzena de abril e uma nova manifestação nacional no dia 13 do mesmo mês. Nessa reunião também foi definido um calendário de mobilizações para o semestre. Estão previstos
atos e plenárias, que serão realizados no decorrer do período. As medidas apresentadas pelo governo e que atingem os serviços e servidores públicos não ficarão sem resposta.” Disse o Blog Jacaré Parado Vira Bolsa.

Veja à seguir um comentário encontrado via Blogger (Jacaré Parado Vira Bolsa):
“Mal começou o governo Dilma e já vem uma bomba dessas. Por que não congelam os salários dos deputados? Por que para eles tem aumento absurdo de mais de 60% e para o povo nada? Ainda bem que não votei nela, pelo menos disso eu me orgulho.”

Mas a minha crítica é: “Se os alunos não querem estudar em um ambiente sujo, então porque os mesmos não param de sujá-los?”.
Existem várias escolas pelo Brasil afora que muitas vezes nem tem professores, e conseqüentemente, não há aulas, e aqueles alunos fazendo rebelião por motivos infantis. Se ao menos não houvesse aula, a rebelião teria algum motivo realmente importante, mas nós, alunos, podemos fazer nossa parte não sujando a escola. O vandalismo tem acontecido no C.E.F. 01 recentemente, por alunos mesmo. Banheiros pixados é um exemplo bem freqüente, vejas fotos à seguir:



Alguns atos como esse, levam ao vandalismo. Até janelas quebraram nessa "manifestação". Isso, é vandalismo, não um movimento contra a greve. Todos devem conscientizar-se de que a Greve foi feita com o intuito de receber o salário correto, então, todos devemos preservar o ambiente escolar para que nenhuma rebelião como essa aconteça de novo.









Veja agora um vídeo feito por um aluno, mostrando como estava a situação:



Fontes: Oficina Sapão (Sapão Noticias) e "Jacaré Parado Vira Bolsa".
Por: Rodrigo Pires

Sobre o PPP (Plano Político Pedagógico)




PPP - Projeto Político Pedagógico


            Todo mundo tem sonhos e desejos. O conjunto de todos esses sonhos e desejos e a forma como as pessoas fazem com que eles se realizem, é definido por PPP (Projeto político pedagógico). O PPP define a identidade da escola e indica caminhos para ensinar com qualidade. Se você prestar atenção, as próprias palavras que compõem o nome do documento dizem muito sobre ele:

- É projeto porque reúne propostas de ação concreta a executar durante determinado período de tempo.

- É político por considerar a escola como um espaço de formação de cidadãos conscientes, responsáveis e críticos, que atuarão individual e coletivamente na sociedade, modificando os rumos que ela vai seguir.

- É pedagógico porque define e organiza as atividades e os projetos educativos necessários ao processo de ensino e aprendizagem.
           
            ESCLARECIMENTO A RESPEITO DO PPP

Assim como o Conselho Escolar, o PPP também tem leis para assegurá-lo. Na LDB, o Artigo 12 dispõe: "Os estabelecimentos de ensino (..) terão incumbência de: (Inciso I:) elaborar e executar sua proposta pedagógica". Também no Artigo 13 das incumbências dos docentes, o Inciso I lê: "participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino"; e o Inciso II lê: "elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica do estabelecimento de ensino".

Percebe-se, porém, que a palavra ‘político’ é descartada, como se qualquer PPP não tivesse uma ideologia e concepções que o cerceiem. Dessa forma, a lei assegura que se faça um Projeto Pedagógico da escola, mas deixa aberto para que se faça um documento somente técnico, sem a devida discussão, que muitas vezes é feito só para cumprir a lei, tornando-se assim um instrumento meramente burocrático e bem longe da realidade esperada.

Para que se tenha êxito em fazer um Projeto Político-Pedagógico, com a participação da comunidade, e para que sua implementação esteja presente na realidade escolar, algumas características são fundamentais:

* Comunicação eficiente: Um projeto deve ser factível e seu enunciado facilmente compreendido. Adesão voluntária e consciente ao projeto: Todos precisam estar envolvidos. A co-responsabilidade é um fator decisivo no êxito de um projeto.

* Suporte institucional e financeiro: Tem que ter vontade política, pleno conhecimento de todos e recursos financeiros claramente definidos.

* Controle, acompanhamento e avaliação do projeto: Um projeto que não pressupõe constante avaliação não consegue saber se seus objetivos estão sendo atingidos.

* Credibilidade: As idéias podem ser boas, mas, se os que as defendem não têm prestígio, comprovada competência e legitimidade, o projeto pode ficar bem limitado.

Os princípios que norteiam a Gestão Democrática são: * Descentralização: A administração, as decisões, as ações devem ser elaboradas e executadas de forma não hierarquizada.

Participação: Todos os envolvidos no cotidiano escolar devem participar da gestão: professores, estudantes, funcionários, pais ou responsáveis, pessoas que participam de projetos na escola, e toda a comunidade ao redor da escola.
            Transparência: Qualquer decisão e ação tomada ou implantada na escola tem que ser de conhecimento de todos.
            A Gestão Democrática é formada por alguns componentes básicos: Constituição do Conselho escolar; Elaboração do Projeto Político Pedagógico de maneira coletiva e participativa; definição e fiscalização da verba da escola pela comunidade escolar; divulgação e transparência na prestação de contas; avaliação institucional da escola, professores, dirigentes, estudantes, equipe técnica; eleição direta para diretor(a);

Fontes: Wikipédia e Revista Escola (Abril.com)
Por: Rodrigo Pires e Rafaela Soares

domingo, 22 de maio de 2011

Evento

ACONTECEU NO CEF 01: A FAMILIA NA ESCOLA “EDUCAÇÃO PARA A VIDA”


ENTRE OS DIAS 09 A 13/05/2011

Um momento muito importante para a comunidade escolar e social, onde houve uma total interação para todos.

No primeiro dia o evento foi aberto com a palavra da Diretora da escola sobre a importância da família no que se concerne a educação, logo após tivemos a hora cívica. Após este momento de abertura os alunos passaram a diversas atividades alternadas de acordo com a serie, dividindo e ocupando assim, os locais disponíveis na escola para os mesmos. Esses eventos aconteceram nos turnos matutinos e vespertinos, sendo que no noturno também tiveram suas atividades.
Esses eventos aconteceram nos turnos matutinos e vespertinos, sendo que no noturno também tiveram suas atividades. Este evento de grande importância contou com: Palestras educativas, de conscientização civil e para a saúde, oficinas, exposições, apresentação teatral, sarau, lazer e etc.. Um dos grandes momentos deste evento, se deu ao final das atividades no dia 13/05 com o almoço da família. 
Dentre as palestra de concientização o perito Sr. Raimundo C. Alves da PC-DF, discorreu a respeito de Drogas e Adolêcencia onde teve a atenção dos alunos que estavam presentes no auditório com capacidade para 95 estudantes. 



sábado, 7 de maio de 2011

Este blogger visa dar voz ao estudante informando a respeito de educação, de uma forma observadora sob o olhar critico e reflexivo dos estudantes do SAPÃO, que são sujeitos sociais deste contexto educacional. São espectadores neste imenso “objeto” complicado e diverso chamado educação, colocando-os como parte da construção do pensar, trazendo e unindo todos nesse projeto. Estudantes que se sensibilizam com os problemas que hoje passa a educação, seus conflitos, dificuldades em relação à saúde, segurança, espaço físico, materiais e dentre outros assuntos que formam a base de uma educação solida. Alunos, professores, servidores e comunidade são os atores que alimentaram esse blogger sob o olhar critico destes estudantes do CEF 01.
Eles são atores de suas esperanças e de um grande palco onde adquirem conhecimento, são detentores do futuro e da melhoria do mesmo, não estão alheios e a margem da sociedade educacional e com isso querem mostrar a sua força diante deste enorme espetáculo onde muitas vezes o capitalismo é o maior vilão.
Com isso criamos este espaço para que a comunidade escolar e a comunidade social participem em conjunto para que sejam escutados e observados no.

Grita Educação.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Sobre Jequitibás e Eucaliptos


Sobre Jequitibás e Eucaliptos



Educadores, onde estarão? Em que covas se terão escondido? Professores há aos milhares. Mas o professor é profissão, não é algo que se define por dentro, por amor. Educador, ao contrário, não é profissão; é vocação. E toda vocação nasce deum grande amor, de uma grande esperança.
Profissões e vocações são como plantas. Vicejam e florescem em nichos ecológicos, naquele conjunto precário de situações que as tornam possíveis e - quem sabe? - necessárias. Destruído esse habitat, a vida vai-se encolhendo, murchando, fica triste, mirra, entra para o fundo da terra, até sumir.E o educador? Que terá acontecido com ele? Existirá ainda o nicho ecológico que torna possível a sua existência? Resta-lhe algum espaço? Será que alguém lhe concede a palavra ou lhe dá ouvidos? Merecerá sobreviver? Tem alguma função social ou econômica a desempenhar? Uma vez cortada a floresta virgem, tudo muda. É bem verdade que é possível plantar eucaliptos, essa raça sem vergonha que cresce depressa, para substituir as velhas árvores seculares que ninguém viu nascer nem plantou. Para certos gostos, fica até mais bonito: todos enfileirados, em permanente posição de sentido, preparados para o corte. E para o lucro. Acima de tudo, vão-se os mistérios, as sombras não penetradas e desconhecidas, os silêncios, os lugares ainda não visitados. O espaço racionaliza- se sob a exigência da organização. Os ventos não mais serão cavalgados por espíritos misteriosos, porque todos eles só falarão de cifras, financiamentos e negócios.



Que me entendam a analogia. Pode ser que educadores sejam confundidos com professores, da mesma forma como se pode dizer. Jequitibá e eucalipto, não é tudo árvore, madeira? No final, não dá tudo no mesmo?
Não, não dá tudo no mesmo, porque cada árvore é a revelação de um habitat, cada uma delas tem cidadania num mundo específico. A primeira, no mundo do mistério, a segunda, no mundo da organização, das instituições, das finanças. Há árvores que têm personalidade e os antigos acreditavam mesmoque possuíam uma alma. É aquela árvore, diferente de todas, que sentiu coisas que ninguém mais sentiu. Há outras que são absolutamente idênticas umas às outras, que podem sesubstituídas com rapidez e sem problemas. Eu diria que os educadores são como as velhas árvores. Possuem uma face, um nome, uma "história" a ser contada. Habitam um mundo em que o que vale é a relação que os liga aos alunos, sendo que cada aluno é uma "entidade" sui generis, portador de um nome, também de uma "história", sofrendo tristezas e alimentando esperanças. E a educação é algo para acontecer nesse espaço invisível e denso, que se estabelece adois.

Espaço artesanal. Mas professores são habitantes de um mundo diferente, onde o "educador" pouco importa, pois o que interessa éum "crédito" cultural que o aluno adquire numa disciplina identificada por uma sigla, sendo que, para fins institucionais, nenhuma diferença faz aquele que a ministra. Por isso professores são entidades "descartáveis", da mesmaforma como há canetas descartáveis, coadores de café descartáveis, copinhos de plástico para café descartáveis. De educadores para professores realizamos o mesmo salto que de pessoa para funções...


Não sei como preparar o educador. Talvez porque isso não seja nem necessário nem possível... É necessário acordá-lo. E aí aprenderemos que educadores não se extinguiram como tropeiros e caixeiros. Porque, talvez, nem tropeiros nem caixeiro tenham desaparecido, mas permaneçam como memórias de um passado que está mais próximo do nosso futuro que o ontem. Basta que os chamemos do seu sono, por um acto de amor e coragem. E talvez, acordados, repetirão o milagre da instauração de novos mundos.
(ALVES, Rubem. Sobre Jequitibás e Eucaliptos.in: Conversas com Quem Gosta de Ensinar)
 

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Boas vindas

Caros Colegas,

Sejam bem vindos ao nosso projeto do Mais Educação. Utilizaremos este espaço para divulgarmos nossos trabalhos. Espero que aproveitem bem!

Peço que cada um se apresente.

Abraços,

Professora Cris.